Segundo os psicólogos da Terapia de casal Nova Iguaçu, durante o dia-a-dia, todos e cada um de nós navegam em duas versões diferentes de nós mesmos –

Nosso eu público é a versão que queremos que os outros vejam, por isso fazemos um esforço consciente para nos retratar dessa maneira.

Em comparação, nosso eu particular reflete as informações sobre nós mesmos que não queremos que o público veja – por isso, mantemos em segredo e oculto.

Quando avaliamos o caráter de outras pessoas na Terapia de casal RJ, frequentemente confundimos essas duas versões do “eu”. Em resumo, tomamos decisões rápidas sobre outras pessoas e quem elas são baseadas em como elas se apresentam publicamente.

Esses julgamentos rápidos geralmente são infundados. Porque, as pessoas tendem a criar um eu público que promove e se alinha com seus objetivos e preconceitos – em vez de apresentar algo que é verdadeiro para quem eles são.

Terapia de casal RJ

Os políticos, por exemplo, criam um eu público destinado a atrair a maioria – para conquistar os eleitores.

O eu público, portanto, não deve ser encarado pelo valor de face. Ela reflete muito pouco sobre nós como pessoas – e é frequentemente usada como um meio de enganar os outros e convencê-los de que somos algo que não somos.

É claro, então, que nosso eu público não é um reflexo verdadeiro de nosso caráter ou valor e revela muito pouco sobre nós. Nas palavras de John Wooden –

“Preocupe-se mais com seu personagem do que com sua reputação, porque seu personagem é o que você realmente é, enquanto sua reputação é apenas o que os outros pensam que você é.”

Escolhendo o caráter sobre a personalidade

Nós humanos somos seletivos com quem estabelecemos relacionamentos e em quem confiamos.

Ao decidir em quem investir nosso tempo, é importante estabelecer com que tipo de pessoa estamos lidando – e se seus valores principais estão alinhados com os nossos.

Ao fazer isso, avaliamos naturalmente sua personalidade e caráter.

Terapia de casal Nova Iguaçu

Inicialmente, tomamos decisões rápidas com quem queremos formar relacionamentos com base em sua personalidade – porque os traços que compõem isso são fáceis de estabelecer. Julgamos as pessoas como engraçadas, extrovertidas ou otimistas, por exemplo, depois de conhecê-las pela primeira vez.

Por comparação, se nossos relacionamentos duram depende da compatibilidade de nosso caráter. Isso é muito mais difícil de entender e leva tempo para se exercitar. Isso ocorre porque inclui características que só se revelam em circunstâncias incomuns. Traços como: bondade, honestidade e virtude.

A razão pela qual a compatibilidade de caráter é indicativa se um relacionamento durará a longo prazo é porque ilustra um alinhamento dos valores fundamentais. E a pesquisa mostra que eles são hereditários, fixos e improváveis ​​de mudar ao longo do tempo – por isso é importante que eles se alinhem desde o início.

Uma disparidade de traços de caráter é uma das principais causas de divergências, argumentos e quebra de relacionamento – geralmente porque a outra pessoa age contra nossos valores centrais.

É por esse motivo que, ao procurar relacionamentos autênticos e duradouros – você realmente deve tomar decisões seletivas com base no caráter dos outros, e não na personalidade.

Nada a Ganhar, Nada a Perder

Uma boa indicação do caráter de alguém é o que eles escolhem fazer quando não têm nada a ganhar e nada a perder.

Em vez de fazer escolhas que os beneficiem, é nesses casos que eles fazem escolhas autênticas e fiéis a eles – porque, aos seus olhos, essa tarefa vale a pena em si mesma.

Vamos fazer uma distinção –

Alguns fazem a coisa moralmente supererrogatória, como doar para caridade, apenas porque isso os beneficia. Considere as empresas que o fazem como um golpe publicitário para aumentar seu perfil público e criar uma imagem pública positiva.

Outros praticam esses atos mesmo quando não há forças motivacionais – não há benefício para eles e não realizar essa ação não tem consequências negativas. Em resumo, eles dariam para caridade mesmo que ninguém estivesse assistindo – apenas porque julgam essa ação boa por si mesma.

O último, revela muito sobre o caráter dessa pessoa. Eles têm valores fortes e estão dispostos a fazer a coisa certa – mesmo quando ninguém está assistindo.

O primeiro, em comparação, ilustra um caráter fraco – essa pessoa só está preparada para fazer a coisa certa ao fazê-lo. Isso reflete o egoísmo e a falta de integridade.

É claro para mim, então, que deveríamos avaliar o caráter dos outros com base no que eles fazem quando não têm nada a ganhar ou a perder – porque, só então, eles serão capazes de fazer atos altruístas que são tão bons em si mesmos, ao invés de agir para obter algum ganho superficial.

“Integridade envolve fazer a coisa certa, mesmo quando ninguém está assistindo” – C.S Lewis

Como você trata seus servidores?

Outra boa indicação de caráter é como escolhemos tratar aqueles a quem não devemos nada – ou, se você é um empresário rico, que considera inferior a você na “hierarquia social”.

Um bom teste é como alguém trata seu garçom ou servidor em um restaurante. Como cliente pagador, eles não devem nada. O poder social está inteiramente com o cliente, e o garçom deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance para mantê-lo feliz.

Se você escolher, poderá se safar de falar baixo, ofender e maltratar um garçom.

Se alguém aceita essa oferta ou não, revela muito sobre eles como pessoas. Ele revela muito sobre sua educação, seus valores fundamentais e como eles percebem seu status social –

Eles são educados e corteses?

Ou eles percebem o servidor como alguém abaixo deles que pode ser abusado?

Aqueles que vêem os outros como meros garçons – recursos para serem usados ​​e abusados, deixam de perceber que são pessoas com suas próprias emoções, valores e vidas.

Pessoas educadas e corteses, por outro lado, estão mais sintonizadas com esse fato.

Eles são mais compreensivos e preocupados com os erros que o garçom pode cometer, porque reconhecem que o garçom é apenas humano.

Essa pessoa também reconhece que um dia poderia estar na posição de garçom – e eles também são humanos e são propensos a tais erros no dia a dia.

Portanto, na próxima vez que você sair com seus amigos, observe atentamente como eles tratam seu servidor – o comportamento deles revelará muito sobre eles como pessoas.

“Eu nunca confio em alguém que é legal comigo, mas rude com o garçom. Porque eles me tratariam da mesma forma se eu estivesse nessa posição ”- Muhammad Ali.

The Takeaway

Muitos de nós confundem as pessoas que encontramos no dia a dia. Fazemos julgamentos rápidos e assumimos que a pessoa que vemos diante de nós reflete seu caráter genuíno e autêntico.

Mas a pesquisa ilustra que não é esse o caso.

Há uma distinção importante entre nosso eu público e privado – e nosso eu público reflete mais sobre desejos e preconceitos do que sobre nós como pessoas.

Ao avaliar a si mesmo e aos outros, lembre-se:

Há uma diferença entre a personalidade e o caráter. Embora o caráter de alguém seja difícil de decifrar, a compatibilidade do caráter é crucial no desenvolvimento de relacionamentos duradouros.

Nosso caráter tende a ser como agiríamos quando não temos nada a ganhar ou a perder. Em resumo, como você agiria quando ninguém está lá revela muito sobre nós como pessoas.

Um teste final de caráter é como você trata quem não deve nada – por exemplo, como percebe e trata os garçons quando está em um restaurante.

Pesquise e apresente externamente seu eu verdadeiro e autêntico, em vez de apresentar algum eu público falso e superficial.

E, para garantir que seus relacionamentos se baseiem na compatibilidade de caráter – espere o mesmo de seus amigos.

Depois de tudo –

“O caráter é como uma árvore e a reputação como uma sombra. A sombra é o que pensamos dela; a árvore é a coisa real. ” – Abraham Lincoln